terça-feira, 28 de outubro de 2008

Morte: Nova dimensão da vida

Que a bondade de Deus permaneça com todos, instruindo-os sempre para o bem!
Vida e morte, estágios diferentes para um mesmo espírito, assemelham-se ao trabalho contínuo de Deus, burilando um espírito, até que se fique exatamente numa única posição: a de vida espiritual.
A morte, que ceifa tantas vidas, colocando tantos corações em processo de angústia, de saudade, de dor, de lágrima e sofrimento, deveria ser encarada, eficazmente, como mais uma transformação, mais uma porta de transformação do espírito humano.
Nós, espíritas, entendemos que a morte nada mais é do que uma passagem para uma nova dimensão. Hoje, quando tantos estão elaborando pensamentos em torno da vida  e da morte, repetimos com Jesus: "Vou para o Pai".
Cada um de nós deve encarar esse fenômeno como o de ida para o mais além, para o mais elevado. Que o ser humano, que o homem em geral, entenda que essa passagem, mostrando a continuidade da existência do espírito, traz uma outra responsabilidade: a responsabilidade de se viver bem para morrer bem. E mais: que do outro lado seremos exatamente como fomos na Terra. Procuremos, portanto, viver em paz, equilibrados, voltados para o bem e sempre, amando ao semelhante.
Com isso, estaremos criando, dentro de nós, condições adequadas para uma vida espiritual futura de paz.
Agora, desejamos a todos equilíbrio e confiança, pedindo que se mantenham cada vez mais espíritas, nas palavras, nos atos, onde estiverem.
Lembremo-nos de que a caridade tão falada e propagada deve começar por nós, nos nossos círculos de relações com a família, com os companheiros de trabalho, com os homens do mundo.
Que aprendamos a espalhar o perfume da caridade por onde passarmos!
Que Deus fique conosco agora e sempre! Muita paz!
Hermann

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