domingo, 26 de julho de 2009

Expiação: Estímulo de Deus ao progresso

Que o amor único de Deus inspire todas as almas para o bem!

Errar, arrepender-se, expiar, temas da mais alta importância e que a Doutrina Espírita traz à luz, de forma clara e objetiva, para todos aqueles que erram e sofrem e que se arrependem.(...)

Para quele que se arrepender, Deus oferece a bênção da expiação. O indivíduo que expia, que quita o seu erro através de mais trabalho, esse deu a sua contribuição pessoal, primeiro, no sentido de aprender, de ter realmente um sentimento de repulsa, de sofrimento, pelo mal que fez; em seguida, por ele ter esse sentimento, Deus lhe oferece uma oportunidade maior, que é a possibilidade de espiar.

A expiação pode, portanto, ser encarada como um estímulo de Deus para nos fazer progredir de modo acelerado. Quando o homem expia, ele sofre mais e por sofrer mais, é comum sentir-se sozinho. A solidão, por sua vez, produz medo, e o medo gera o sentimento de que a pessoa não terá forças para prosseguir no processo que lhe foi iniciado por Deus.

Então, o ser humano com medo diz que não conseguirá ir adiante, e como criança, pois o somos todos nós ainda, o homem clama: "Meus Deus! Quando foi que pedi esse tipo de situação?"

Deus não se importa com essa atitude do homem, pois que entende como própria do ser ainda infantilizado, e prossegue, sereno, levando a criatura humana a vivenciar as necessidade de se estimular. Deus, normalmente, traz para essas pessoas, nessa hora, uma série de confortos, de consolações, em forma de apoio: é um amigo, é um livro, é o amor, é a paz, para que a criatura tenha condições de continuar no seu processo de aprimoramento...

No final de todas essas lutas, as pessoas responderão com alegria, sorriso nos olhos, cansaço, é verdade, mas com segurança e consciência de ter passado pela prova que é regenerativa. E a criatura dirá, após tudo isso:"Obrigado, meu Deus, obrigado por ter me permitido passar por essa prova, resgatando o meu passado, por essa expiação, talvez, permitindo que eu pudesse quitar o erro cometido anteriormente".(...)


Que Deus e Jesus a todos nós ajudem, abençoem e conduzam, agora e sempre!

Antônio de Aquino

Valorizemos o auxílio que nos chega

Meus irmãos, a Doutrina Espírita nos ensina a valorizar a vida de modo constante. Ela nos faz sentir que a existência é-nos algo de importante; ela nos faz sentir, nos faz compreender que cada dia de trabalho é como se fosse uma nova oportunidade de aprendizado; recorda-nos que as horas perdidas são oportunidades que se foram e que não voltam mais.

Lutemos para que o aprendizado que chega até nós se nos incorpore ao ser e, incorporado, faça com que sejamos mais felizes, coerentes e cumpridores dos nossos deveres. Trabalhemos pelo próprio engrandecimento espiritual, e pelo do próximo também.

Acreditemos no próprio potencial de trabalho e, mais ainda, no papel daqueles espíritos generosos e augustos que tanto se esforçam para nos trazer à Terra na condição de trabalhadores encarnados.

Lembremos que todos os espíritos de escol, através dos séculos, mesmos dos milênios, aprimoram os seus valores, e compreendamos seus esforços, para trazer-nos, a nós os que ainda perlustramos os caminhos da Terra, toda força, todo amparo, toda a determinação, todo o equilíbrio, tudo, enfim, que nos possa facilitar a existência.

Compreendamo, então, o papel do próprio Jesus, que, do alto da sua direção, cria condições para todos os que trabalham, para todos os que elaboram raciocínio, para todos aqueles que vivem a vida como uma forma constante de parendizado.

Compreendamos, dessa forma, a Deus, o grande Pai, em seu amor, em seu ato de criar, e de sustentar a tudo e a todos.

Assim, entederemos, também, as questões que nos foram trazidas para estudo hoje e veremos que, na vida, tudo progride, tudo nos chama, constantemente, a caminhar, tudo nos faz seguir adiante. Não temamos, portanto. Sigamos adiante, criando nós, também, por nossa vez, condições de trabalho onde estiverdes.

Que Deus nos ajude e abenções, agora e sempre!

Muita paz, caros filhos!

Hermann

O dever

O dever é o conjunto das prescrições da lei moral, a regra de conduta do homem nas suas relações com seus semelhantes e com o Universo inteiro. Figura nobre e santa, o dever plana acima da humanidade, inspira os grandes sacrifícios, os puros devotamentos, os belos entusiasmos. Risonho para uns, temível para outros, sempre inflexível, ergue-se diante de nós e nos mostra essa escada do progresso, cujos os degraus se perdem nas alturas incomensuráveis.

O dever não é idêntico para todos. Varia segundo a nossa condição e nosso saber. Quanto mais nos elevamos, mais ele adquire aos nossos olhos grandeza, majestade, extensão. Seu culto, porém, é sempre agradável ao sábio, e a submissão às suas leis é fértil de alegrias íntimas às quais nada pode se igualar.

Por mais obscura que seja a condição do homem, por mais humilde que seja a sua sorte, o dever domina e enobrece a sua vida. Somente ele nos dá essa serenidade de espírito, essa calma interior, mais preciosa do que todos os bens da Terra e que todos nós podemos experimentar até no meio das provações e dos reveses. Não somos senhores para mudar os acontecimentos, e nosso destino seve seguir sua linha rigorosa; mas podemos sempre, mesmo em meio as tormentas, assegurarmos a paz de consciência, o contetamento de nós mesmos, que proporciona o cumprimento do dever.

O sentimento do dever lança raízes profundas em todo espírito elevado que percorre sua estrada sem esforços; por uma tendência natural, resultado dos progressos adquiridos, afasta as coisas vis e orienta para o bem os impulsos do seu ser. O dever torna-se, portanto, uma obrigação de todos os instantes, a condição mesma da existência, uma potência à qual se sente indissoluvelmente ligado, na vida como na morte.

Léon Denis

domingo, 19 de julho de 2009

Expiação

Derreados e vencidos pelas constrições dos sofrimentos excruciantes, parecem abandonados...

Cegos carregando a surdez e silenciados no impedimento da palavra, dão a impressão de condenados...

Paralíticos em deplorável conjuntura, sob o constrangimento de limites que o camartelo do destino impôs, antes que os membros se movimentassem...

Alienados que transitam por paisagens tristes e tormentosas, sem esperanças, em alucinações indizíveis...

Criaturas com distrofias de várias formas e doenças de muitos nomes sob o implacável jugo do sofrimento, como se estivessem esquecidas...

Angústias e distonias, incapacidades e distúrbios, histerilidade e misérias múltiplas, dizimando vítimas inermes que lhes caem nas malhas, em contínuo, espraiando-se entre homens...

Recomeçam na linha da agonia que sofrem, em decorrência da impiedade que impuseram...

Não estão, porém, à mercê do abandono, mas sob a assistência corretiva da Justiça...

Fracassando na prova escolhida, retorna o calceta pela expiação remissora.

O suicida rebelde recomeça com agonia a que se impôs levianamente e de que se desejava liberar...

O homicida covarde retorna sob as dilacerações que produziu na vida que tomou nas mãos criminosas...

Cada agressor, desta ou daquela natureza, todo burlador reiterado da verdade, volve ao palco da ilusão carnal, em condição carcerária para refletir e recuperar, preparando, na masmorra que elaborou para o próprio insulamento, os futuros dias claros de esperança e ação relevante que virão.

Diante deles, os irmãos que expiam, reflete e refaze tuas atitudes, aproveitando o ensejo de que dispões, para a elaboração dos felizes dias porvindouros.

Se expias, agradece a Deus e confia no amanhã.

Como são bem-aventurados os justos e os bons, os piedosos e mansos, os misericordiosos e os pacíficos, também o são aqueles que se recuperam, sob a sujeição divina, sem revoltas nem mágoas, começando desde agora a libertação que anseiam e porque lutam.

Joanna de Ângelis

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Aflições

Multiplicam-se as aflições no mundo, agigantando os corações humanos.
Algumas invitam à superação, todas, porém, com finalidae depurativa, para quem lhes suporta a presença.
Nem todos os homens, porém, logram entendê-las, a fim de conduzí-las conforme seria o ideal.
Em razão disso, há aflições que anestesiam os sentimentos, como outras que desarticulam o equilíbrio, levando a alucinações e resultados infelizes...
Os aflitos tropeçam nos campos da ação redentora, e porque tresvariados pelo inconformismo e pela rebeldia, agridem e são agredidos.
Não obstante, as aflições atuais têm as suas nascentes nos atos passados, próximos ou remotos de cada ser e da sociedade em geral, que devem ser reparados.
A oportunidade da aflição é bênção, porque objetiva reeducar e propiciar crescimento a quem lhe recebe a injunção.
Os que, todavia, não lhe aceitam a condição, perdem o ensejo redentor.
Jesus anunciou que são "bem-aventurados os aflitos", não, porém, todos os aflitos, porque somente aqueles que lhe recebem o impulso iluminativo são os que logram alar-se no rumo dos Altos Cimos.
A aflição pode destinar-se ao mister de prova ou de expiação.
A prova avalia, examina, promove.
A expiação trabalha, reeduca, resgata.
A prova não tem, necessariamente, uma causa negativa, porquanto pode também representar um apelo do Espírito para granjear títulos de enobrecimento, depurando-se a pouco e pouco.
A expiação tem a sua gênese no erro, impondo-se como condição fundamental para a quitação de débitos contraídos.
A prova é de escolha pessoal, enquanto a expiação é inevitável e sem consulta prévia.
Bendize as tuas provas e elege a ação do bem como técnica de crescimento para si mesmo.
Agradece as expiações, por mais ásperas se te apresentem, porquanto elas te propiciam a conquista do equilíbrio perdido, auxiliando-te a recompor e a reparar.
Seja qual for o capítulo das aflições em que estagies, reconforta-te com a esperança, na certeza de que, suportando-as bem, amanhã elas te constituirão títulos de luz encaminhados à contabilidade divina, que então te alforriará da condição de precito e devedor, conduzindo-te à plenitude da paz, completamente liberado.

Joanna de Ângelis

A caridade

Em oposição às religiões exclusivas que tomaram como preceito: "Fora da Igreja não há salvação", como se seu ponto de vista puramente humano pudesse decidir a sorte dos seres na vida futura, Allan Kardec coloca essas palavras no frontispício de suas obras: "Fora da caridade, não há salvação". Os espíritos nos ensinam, com efeito, que a caridade é a virtude por excelência; só ela dá a chave dos planos elevados.
"É amar os homens", repetem após o Cristo, que resumira nessas palavras todos os mandamentos da lei moral.
Mas, objetam, os homens não são muito amáveis. Muita maldade incuba-se neles e a caridade é muito difícil de se praticar com relação a eles.
Se o julgar-mos dessa forma, não será porque nos agrada considerar unicamente o lado mau dos seus carcteres, seus defeitos, suas paixões, suas fraquezas, esquecendo com muita frequência de que nós mesmos não estamos isentos, e que, se eles tem necessidade de caridade, teremos menos necessidades de indulgência?
Todavia, o mal não reina sozinho neste mundo. Há no homem também o bem, qualidades, virtudes. Há sobretudo, sofrimentos. Se queremos ser caridosos, e devemos sê-lo, em nosso próprio interesse como no interesse da ordem social, não nos prendamos, nos nossos julgamentos sobre nossos semelhantes, naquilo que pode nos levar à maledicência, à difamação, mas vejamos sobretudo no homem um companheiro de provas, um irmão de armas na luta da vida. Vejamos os males que ele suporta em todas as classes da sociedade, Quem é que não esconde uma chaga no fundo da sua alma? Quem não suporta o peso de desgostos, de amarguras? Se nos colocássemos nesse ponto de vista para considerar o próximo, nossa maledicência tranformase-ia rapidamente em simpatia.

Léon Denis

Deus e nós

Indubitavelmente, Deus, nosso Pai e Criador, fará que a Terra alcance a perfeição, mas é preciso descobrir a parte de trabalho que nos compete, na condição de filhos e criaturas de Deus, no aprimoramento geral, a começar de nós e a refletir-se fora de nós.

Clareando o pensamento exposto, digamos que Deus necessita de nós outros, conquanto não vos constranja o livre-arbítrio à cooperação; e vale notar que, através das operações que nomeamos por "nossos deveres imediatos", é possível saber a que tarefas somos conduzidos.

Detém-te, assim, de quando em quando, para considerar os encargos de que a Previdência Divina te incumbiu, de modo indireto, no quadro das lides cotidianas.

Observa em derredor de ti e reconhecerás onde, como e quando Deus te chama em silêncio a colaborar com ele, seja no desenvolvimento das boas obras, na sustentação da paciência, na intervenção caridosa em assuntos inquietantes para que o mal não interrompa a construção do bem, na palavra iluminativa ou na seara do conhecimento superior, habitualmente ameaçada pelo assalto das trevas.

Sem dúvida, em lugar algum e em tempo algum, nada conseguiremos, na essência, planejar, organizar, conduzir, instituir ou fazer sem Deus; no entanto, em atividade alguma, não nos é lícito olvidar que Deus igualmente espera por nós.

Emmanuel

domingo, 5 de julho de 2009

Tarefas humildes

Anseias, em verdade, pela grande sublimação.

Anotaste a biografia dos paladinos da solidariedade e ambicionas comungar-lhes a experiência.

Choraste, sob forte emoção, ao conhecer-lhes a vida, nos lances mais duros, e quiseras igualmente desprender o coração de todos os laços inferiores.

Recordas Vicente de Paulo, o herói da beneficência, olvidando possibilidades de dominação política, a fim de proteger os necessitados.

Pensas em Florence Nightingale, a mulher admirável que esteve quase um século entre os homens, dedicando-se aos feridos e aos doentes, sem quaisquer intenções subalternas.

Refletes em Damião, o apóstolo que se esqueceu da própria mocidade, para entregar-se ao conforto dos nossos irmãos enfermos de Molokai.

Meditas em Gandhi, o missionário da não-violência, que renunciou a todos os previlégios, a fim de ajudar a libertação do povo.

Sabes que todos os campeões da fraternidade no mundo nunca se acomodaram à expectação improdutiva. Em razão disso, estimarias seguir-lhes, imediatamente, o rastro luminoso; entretanto, trazes ainda a alma presa a pequeninas obrigações que não podes menosprezar... Não te amofines, porém, diante delas.

Todas as dificuldades e todos os dissabores do caminho terrestre são provas e medidas da tua capacidade moral para a Estrada Gloriosa.

Chão relvoso é começo da floresta.

Humanidade é sementeira de angelitude.

Penetremos o bem verdadeiro para o bem verdadeiro penetre em nós.

É indispensável que o espírito aprenda a ser grande nas tarefas humildes, para que saiba ser humilde nas grandes tarefas.

Na relatividade dos conceitos humanos, ninguém, na Terra, pode ser bom para todos; contudo, ninguém existe que não possa iniciar-se, desde já, na virtude, sendo bom para alguém.

Emmanuel

sábado, 4 de julho de 2009

Os obsessores

Com sutileza, a princípio, envolvem a emoção da futura vítima, transferindo para a sua casa mental as idéias estranhas que se fixam e terminam por predominar.

Iniciado o processo vil, apoderam-se das forças psíquicas, diminuindo as resitências e culminando pela dominação total.

Chegando a essa fase, apropiam-se da parte maquinaria orgânica de que se utilizam, impondo-se ao tirocínio mental, que passam, a explorar com impiedade e sofreguidão.

Em outros csos, à semelhança de um dique que se arrebenta, irrompem com mensagens destrutivas ou fanáticas, envolvendo os seus dependentes no turbilhão de paixões pertubadoras em que os afogam de uma vez.

No primeiro caso, a impiedade atormenta os departamentos psíquicos dos seus comparsas, e, no caso imediato, desorgamiza de chofre as resistências, sem qualquer respeito pelo domicílio carnal da reencarnação.

Os obsessores são as almas impenitentes que vigiam as operações humanas e as de natureza espiritual, distorcendo o raciocínio, sob o comando da loucura egocêntrica, que os torna famigerados.

Encontramo-los nos mais variados departamentos do relacionamento social, cultural, científico e filosófico, nas artes e nas religiões(...)

Com muita propriedade, Jesus conclama a criatrura humana encarnada ou desencarnada à vigilância, e Allan Kardec, com muita sabedoria, na área do intercâmbio mediúnico, adverte quanto ao perigo das obsessões.

Os sbsessores são as almas dos homens que viveram na Terra, com prestígio e poder, não se conformando com a transitoriedade carnal que os despiu e expulsou dos tronos e dominações enganosos.

Permanecem vinculados àquelas paixões, gerando, atrevidamente, o combate que pretendem manter contra a Divindade, embora inutilmente.

A obsessão pode dar-se por motivos pessoais - desforço e inveja - gerais - revolta contra os ideais elevados - e de loucura - desespero contra tudo e todos.

Ocorre porque as suas vítimas são endividadas perante a Consciência Cósmica.

o nosso labor estende-se à faixa dos obsessores - nossos irmãos cruéis e infelizes, pelos quais devemos orar, de quem nos devemos compadecer e a respeito de cuja existência deveremos precatarmos com todas as forças do coração, as veras do sentimento e a lucidez da alma - e aos homens encarnados nas áreas das provações redentoras.

João Cléofas

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Reencarnação

A alma, depois de residir temporariamente no Espaço, renasce na condição humana,trazendo consigo a herança, boa ou má, do seu passado; renasce criancinha, reaparece na cena terrestre para representar um novo ato do drama da sua vida, pagar as dívidas que contraiu, conquistar novas capacidades que lhe hão de facilitar a ascensão, acelerar a marcha para frente.
A lei dos renascimentos explica e completa o princípio da imortalidade. A evolução do ser indica um plano e um fim. Esse fim, que é a perfeição, não pode realizar-se em uma existência só, por mais longa que seja. Devemos ver na pluralidade das vidas da alma a condição necessária de sua educação e de seus progressos. É à custa dos próprios esforços, de suas lutas, de seus sofrimentos, que ela se redime de seu estado de ignorância e de inferioridade e se eleva, de degrau a degrau, na Terra primeiramente, e, depois, através das inumeráveis estâncias do céu estelado.
A reencarnação, afirmada pelas vozes de além-túmulo, é a única forma racional por que se pode admitir a reparação das faltas cometidas e a evolução gradual dos seres. Sem ela, não se vê sanção moral satisfatória e completa; não há possibilidade de conceber a existência de um Ser que governe o Universo com justiça.

Léon Denis

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