quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Sinal do Cristo

Não te constranjam as próprias limitações, no serviço de amor cristão a que te entregas.

Prossegue no roteiro do bem, felicitando o próximo, embora estejas sedento enquanto distribuis a linfa. A contribuição que nasce no suor e nas lágrimas, carrega o sinal que a legitima.

Muitos companheiros apontarão suas falhas, procurando inibir o verbo que colocas à disposição da Boa Nova. No entanto, continua! Sabes que, no momento oportuno, terás os lábios selados e em silêncio, pelo Senhor, quando lhe aprouver.

Não faltarão vozes que te apresentarão a pobreza moral que deprime, enquanto ajudas outros, que caíram, a soerguerem-se. Persevera, convicto de que, no justo momento, o Senhor paralisará os teus braços, quando queira.

Estarão no caminho aqueles que te conhecem as imperfeições, não admitindo que te transformes em vanguardeiro do sublime ideal que apregoas. Todavia, tens a certeza de que, no tempo devido, o Senhor dispõe de recursos para retirar-se de cena, quando deseje.

Segue, portanto, a reta estrada da Fé, trabalhando na caridade sem fronteira.

Reconhece os próprios defeitos, mas não te detenhas neles.

Só as plantas parasitas se nutrem das árvores mortas, tranquilamente.

Jesus é vida, e Doutrina Cristã é ação.

Vai adiante!

Trabalha pelo bem e em teu próprio bem.

Não ofereças a concha dos teus ouvidos ao veneno da maldade alheia. São doentes, todos os acusadores, que se detêm em enfermidades graves.(...)

Os que estão à margem, somente enxergam um trecho do caminho. Em razão disso, não merecem a consideração da tua agonia.

Deixa-os, onde se comprazem, amolecidos e enfermos.

Segue além! Mesmo sabedor das limitações íntimas, rememora que, sedento algum jamais inquiriu as qualidades morais de quem oferece um copo de água fresca.

Ninguém perguntará, também, quem és ou donde vens, mas o que tens para dar em nome de Jesus, como sinal de que ele está contigo e tu, com ele.

E, ligado ao Espírito de Cristo, no amor da caridade, acende luzes na noite das almas até o momento em que a luz dele fulgure em ti, abrasando todo s teu ser e queimando todas as tuas iniquidades.

Autor: Joanna de Ângelis
Do livro: Messe de Amor

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