segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Antagonistas

Antagonistas
O adversário que você julga encontrar um modelo de perversidade, talvez seja apenas um doente necessitado de compreensão.

Reconheçamos o fato de que, muitas vezes, a pessoa se torna indigna, simplesmente por não nos adotar os pontos de vista.

Nunca despreze o opositor, por mais mais ínfimo que pareça.

Respeitemos o inimigo, porque seja possível que ele seja portador de verdades que ainda desconhecemos, até mesmo em relação a nós.

Se alguém feriu a você, perdoe imediatamente, frustando o mal no nascedouro.

A crítica dos outros só poderá trazer-lhe prejuízo se você consentir.

A melhor maneira de aprender a desculpar os erros alheios, é reconhecer que também somos humanos, capazes de errar, talvez ainda mais desastrosamente que os outros.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Hora presente

Hora Presente
A hora presente é uma hora de crise e renovação. O mundo está em fermentação, a corrupção cresce, a sombra se estende, o perigo é grande; mas atrás da sombra, entrevemos a luz; atrás do perigo, vemos a salvação. A sociedade não pode perecer. Se ela traz em si mesma elementos de decomposição, traz, também, gérmens de transformação e de elevação. A decomposição anuncia a morte, mas precede, também, o renascimento; ela pode ser o prelúdio de uma outra vida.

De onde virão a luz, a salvação e a elevação?

Não é da Igreja: ela é importante para regenerar o espírito humano.


Não é da Ciência: ela não se ocupa nem dos caracteres, nem das consciências, mas somente do que atinge os sentidos; e tudo o que faz a vida moral, tudo o que faz grandes os corações, as sociedades fortes: o devotamento, a virtude, a paixão do bem, tudo isso não se percebe com os sentidos.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Prece do Natal


Prece do Natal
Senhor Jesus!...

Recordando-Te a vinda, quando Te exaltastes na manjedoura por luz nas trevas, vimos pedir- Te a bênção.

Revela-nos se muitos de nós trazemos saudade e cansaço, assombro e aflição, quando nos envolves em torrentes de alegria.

Sabes, Senhor, que temos escalado culminâncias... Possuímos cultura e riqueza, tesouro e palácios, máquinas que estudam as constelações e engenhos que voam no Espaço! Falamos de Ti – de Ti que volveste dos continentes celestes, em socorro dos que choram na poeira do mundo, no tope dos altos edifícios em que amontoamos reconforto, sem-coragem de estender os braços aos companheiros que recolhias no chão...

Mestre e Aprendiz

Mestre e aprendiz
... E respondendo ao discípulo que lhe pedira ensinasse a orar, disse o Mestre generoso:

Quando rogares amor, não abandones o próximo ao frio da indiferença.

Quando suplicares o dom da fé viva, não relegue teu irmão à descrença ou à tortura mental.

Quando pedires luz, não condenes teu companheiro à perturbação nas trevas.

Quando solicitares a bênção da esperança, não espalhes o fel da desilusão.

Quando implorares socorro, não olvides a assistência que deves aos mais necessitados.

Quando rogares consolação, não veicules o desespero à margem do caminho.

Quando pedires perdão, desculpa os que te ofendem.

Mensagem do Natal


Mensagem do Natal
“Glória a Deus nas Alturas, paz na Terra e boa vontade para com os homens.” (Lucas, 2:14). 


O cântico das legiões angélicas, na Noite Divina, expressa o programa do Pai acerca do apostolado que se reservaria ao Mestre nascente.

O louvor celeste sintetiza, em três enunciados pequeninos, a plataforma do Cristianismo inteiro.

Glória a Deus nas Alturas, significando o imperativo de nossa consagração ao Senhor Supremo, de todo o coração e de toda a alma.

Paz na Terra, traduzindo a fraternidade que nos compete incentivar, no plano de cada dia, com todas as criaturas.

Humildade Celeste


Humildade Celeste
Ninguém mais humilde que Ele, o Divino Governador da Terra.

Podia eleger um palácio para a glória do nascimento, mas preferiu, sem mágoa, a manjedoura, simples.

Podia reclamar os princípios da cultura para o seu ministério de paz e redenção; contudo, preferiu pescadores singelos para instrumentos sublimes do seu verbo de luz.

Podia articular defesa irresistível a  fim de dominar a governança política; no entanto, preferiu render-se à autoridade, presente em sua época, ensinando que o homem deve entregar ao mundo o que ao mundo pertence, e a Deus o que é de Deus.

Filhos de Deus


Filhos de Deus
“Na vossa paciência, possui as nossas almas.” Jesus (Lucas, 21:19)



Afinal de contas, ter paciência não será sorrir para as maldades humanas, nem coonestar suas atividades indignas sobre a face do mundo.

Concordar alguém com todos os males da senda terrestre, a pretexto de revelar essa virtude, seria um contras senso absurdo.

Ter paciência, então, será resistir aos impulsos inferiores que nos cerquem na estrada evolutiva, conduzindo todo o bem que nos seja possível aos seres e coisas que se achem diante de nós, como a representação desses mesmos impulsos.

Benção do Sol


Benção do Sol
“... Nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, nos perturbe e, por meio dela, muitos sejam contaminados”. Paulo (Hebreus, 12:15)
     


É razoável estejamos sempre cautelosos a fim de não estendermos o mal ao caminho alheio. Os outros colhem os frutos de nossas ações a oferecem-nos, de volta, as reações consequentes.

Daí, o cuidado instintivo em não ferirmos a própria consciência, seja policiando atitudes ou selecionando palavras, para que vivamos em paz à frente dos semelhantes, assegurando tranquilidade a nós mesmos.

Segue-me! e ele o seguiu...


Segue-me! e ele o seguiu.
“E passando, viu Levi, filho de Alfeu, e disse-lhe: — Segue-me. E, levantando-se, o seguiu”. (Marcos, 2:14)


É interessante notar que, por todos os recantos onde Jesus deixou o sinal de sua passagem, houve sempre grande movimentação no que se refere ao ato de levantar e seguir.

André e Tiago deixam as redes para acompanhar o Salvador. Mateus levanta-se para segui-lo. Os paralíticos que retomam a saúde se erguem e andam. Lázaro atende-lhe ao chamamento e levanta-se do sepulcro. Em dolorosas peregrinações e profundos esforços da vontade, Paulo de Tarso procura seguir o Mestre Divino, entre açoites e sofrimentos, depois de se haver levantado, às portas de Damasco. Numerosos discípulos do Evangelho, nos tempos apostólicos, acordaram de sua noite de ilusões terrestres, ergueram-se para o serviço da redenção e demandaram os testemunhos santificados no trabalho e no sacrifício.

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