segunda-feira, 15 de abril de 2013

O Evangelho Segundo o Espiritismo


O Evangelho Segundo o Espiritismo
O Evangelho Segundo o Espiritismo
“As grandes vozes do Céu ressoam como sons de trombetas, e os cânticos dos anjos se lhes associam. Nós vos convidamos, a vós homens, para o divino concerto. Tomai da lira, fazei uníssonas vossas vozes, e que, num hino sagrado, elas se estendam e repercutam de um extremo a outro do Universo.” O Espírito de Verdade (O Evangelho Segundo o Espiritismo, CELD. Prefácio.) 



Em sua trajetória, o homem erra, fraqueja, cria o sentimento de culpa. Quantas vezes, deixa-se derrotar, fica 
acabrunhado e sente-se, de fato, um ser derrotado. Para ele, nada mais dará certo, já que o cansaço dos erros cometidos o faz pensar em tudo o quanto deixou de fazer e, não tendo expectativa diante de si, parece-lhe melhor parar, descansar, nada mais fazer senão descansar. 

Entretanto, a bondade de Deus nos enviou a possibilidade de nos recuperarmos, através do esforço contínuo, pela leitura gloriosa de O Evangelho Segundo o Espiritismo, que hoje está sendo aqui lembrado, nas sessões de estudo, durante o dia todo. 

E o que é que o Evangelho nos traz? O Evangelho nos traz o alento, o acalento e, principalmente, a ideia de que não estamos perdidos; ao contrário, estamos prontos para uma nova etapa na vida, para um novo contato com a espiritualidade maior, para um esforço pela conquista do bem. 

O Evangelho é, pois, um livro de estímulo, um livro de amor ao próximo, um livro que há de nos conduzir, queiramos nós ou não, às regiões elevadas. 


Por teimosia ou por falta de decisão, às vezes deixamos de trabalhar a própria necessidade interna; mas o Evangelho nos mostra que nenhum de nós pode parar no tempo, nenhum de nós pode deixar de progredir. 

A culpa, o medo, o erro, a sensação de autopiedade, todas essas forças podem perfeitamente ser suspensas pelo equilíbrio que o nosso espírito vai tendo através de um grande esforço no bem, impulsionado justamente pela leitura do Evangelho. 

Assim, meus irmãos, que tenhamos a consciência voltada para o esforço de aprender a nos comportar e nos fazer valorosos instrumentos da paz, da renovação do nosso espírito! 

Que Deus nos ajude, abençoe e ampare os nossos esforços para encontrarmos o equilíbrio e a bondade de que todos, todos, necessitamos tanto! 



Autor: Hermann
Do Livro: Palavras do Coração

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