terça-feira, 21 de abril de 2015

Percepção nos Animais

Percepção nos Animais
Percepção nos Animais
“Os irracionais não possuem faculdades mediúnicas propriamente ditas. Contudo, têm percepções psíquicas embrionárias, condizentes ao seu estado evolutivo, através das quais podem indiciar as entidades deliberadamente perturbadoras, com fins inferiores, para estabelecer a perplexidade naqueles que os acompanham, em determinadas circunstâncias.” — Emmanuel



“A alma dorme na pedra, sonha na planta, move-se no animal e desperta no homem.”

O provérbio sugere-nos observações em torno do tema “percepção nos animais”.

*

Têm alma, sim, os animais.

Naturalmente, sem os múltiplos atributos da alma humana, enriquecida com as experiências milenarmente adquiridas, no curso de sucessivas reencarnações.

A sensibilidade dos animais provém da existência de uma alma rudimentar.

Eles têm sentimentos, análogos aos dos seres humanos, têm percepções extrafísicas.

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A exemplo de nós outros, nascem, alimentam-se, dormem, procriam, amam, agridem, morrem.

Afetividade e carinho, ternura e solidariedade são expressões muito comuns entre os nossos irmãos
inferiores, sob o ponto de vista de evolução. Muita vez com tamanha intensidade que fazem inveja aos seres humanos. (...)

*

Os amigos espirituais definem a mediunidade como percepção. E os animais a possuem em alto grau.

Não se dirá, contudo, com apoio doutrinário, que os espíritos possam “dar comunicações” por intermédio dos animais. (...)

Podem os representantes da ideia materialista, ou da incredulidade preconceituosa, opinar em contrário, mas os fatos que valem muito mais do que argumentos, falam, por si mesmos, dessa realidade: os animais têm alma e revelam percepções.

Percepções que, se quisermos ser prudentes, diremos espirituais, ou mediúnicas, se quisermos ser um pouco mais corajosos.



Autor: Martins Peralva
Do livro: Mediunidade e Evolução.

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