sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Aos Médiuns da Cura

Aos Médiuns da Cura
Aos Médiuns da Cura
Que a bondade de Deus esteja com todos vocês, caros filhos; que a luz dos céus também esteja com todos.

Estamos nos dirigindo a vocês, lembrando certos objetivos essenciais para tarefas como a cura.

Podemos destacar que os trabalhadores da cura são desenvolvidos sob ponto de vista duplo, os médiuns devem ver dois aspectos: a cura se distingue pela cura física, atendendo às doenças orgânicas e também às doenças espirituais, perispirituais; devemos também levar em conta que o médium deve atender à necessidade orgânica, estar mentalmente preparado para o trabalho.

As necessidades orgânicas, todos já conhecem: alimentação sadia, ausência de álcool — tanto a bebida, dita social, quanto qualquer bebida que contenha álcool — o médium deve se precatar.

Os benfeitores espirituais de vocês sentem-se, certamente, dificultados e também humilhados quando vocês chegam em condições precárias, orgânicas, aqui; porque são estes espíritos seus percutidores sentem que falharam na missão educativa de seus médiuns. Quando beberem lembrem-se antes destes guias que desejam o bem de vocês, que fazem um enorme esforço para sustentar o trabalho!


Citarei também alguns aspectos úteis, orgânicos, para o trabalho bem desenvolvido e cuja abstenção da carne, do fumo, dos condimentos facilita.

Todos sabem que é assim, então por que perseveram no caso?

Desejam apenas fazer algo de diferente? Demonstram infantilidade espiritual.

Será que é descaso, será que é queda moral? Será que é apenas o desejo de, vez em quando, escapar da linha; seria? Será o quê? Indaguem, antes de qualquer resposta.

Temos também os cuidados espirituais: dentre todos o que mais necessita ter um médium é a mente limpa de orgulho, de malquerenças.

Precisamos da mente de vocês equilibrada, o clima mental de todos deve ser de pacificação, voltado para o bem. Médium de mente indisciplinada, nervosa, teimosa; médium suscetível, vaidoso, descontrolado; médium desarmonizado internamente não permite que as forças fluam através de seu corpo, porque formam barreiras; e como não temos tempo para superar estas barreiras, muitas das vezes temos então que tirar fluido materializado de vocês, sem que vocês o percebem. Não participam vocês com a mente e quando isso acontece o médium não cresce. E se vocês sabem de tudo isso, por que isso acontece? Falta de confiança em Deus? Quantas vezes encontramos a indisciplina mental tão arraigada que não conseguimos superar e auxiliar ao médium. Quando começam a se sentir isolados, sozinhos no trabalho, é fruto do desequilíbrio.

Abandono dos guias (afastamento) é o que ocorre.

Preciso é ainda que aprendam que este é um trabalho que exige o aprimoramento físico e espiritual pelo médium, que deve estar voltado apenas ao objetivo da cura.

Esta é uma atividade específica da Instituição, desta Casa; assim como vocês se dedicam na Casa ao trabalho, ao estudo, aos passes, à desobsessão. E o que caracteriza os trabalhadores desta Casa: a divulgação pela tribuna, pelos escritos (mensagens, livros, etc.), a cura e a desobsessão; tudo o mais será acessório no trabalho.

Têm que estar preparados; assim como se dedicam ao estudo da Doutrina

Espírita, também se dediquem ao preparo para o trabalho de cura através da disciplina dos corpos e das mentes.(...)

Repito, não devem deixar as atividades profissionais, mas não devem deixar o objetivo material sobrepujar o objetivo espiritual. O espírita tem que se observar; se, a pretexto de crescer materialmente, ele não está deixando de lado o trabalho na Casa Espírita.

Falemos de fidelidade ao trabalho doutrinário. Mentes e corações, irmãos, a Doutrina Espírita impõem-nos um dever trazido pelo conhecimento, é a crença na liberdade do espírito.(...)

O que signifi ca um trabalho de uma Casa Espírita como essa? Significa o trabalhador estar inserido no trabalho e atento aos objetivos dele, capaz de se esforçar no bem e de resolver suas más tendências.(...)

Desçam do falso pedestal moral e intelectual. Sirvam somente, sejam bons, humildes, sejam trabalhadores do bem.

Unam-se sem se darem a gestos intempestivos, sejam claros sem ferirem a seus irmãos. Dentro da luz, que vocês podem perceber nesta Casa, muito cuidado com os pensamentos, com o que dizem, com aquilo que não entendem, que não conhecem. Falam sem saber..., tenham cuidado. Tolerância deve ser característica do trabalhador.(...)

Abraça-os com carinho, embora exigindo a devida cooperação,



Autores: Hermann e Balthazar
Do livro: Focos de Luz

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