terça-feira, 13 de setembro de 2011

Amor: eis a meta

Amor: eis a meta
Que o amor único de Deus inspire todas as almas para o bem.

Dor, sofrimento, angústia, decepção, destruição de afetos. Eis o que a humanidade, ao longo dos milênios, vem sofrendo continuamente, como que num processo de desgaste da personalidade agressiva que ainda possuímos.

Em realidade, todas as vezes que sofremos as chamadas decepções, as dores morais que atingem o nosso ser, isso ocorre justamente porque não somos ainda pedra burilada. Somos aquelas criaturas que estão descobrindo, a pouco e pouco, o valor da amizade, do amor, do sentimento, e porque ainda não fomos capazes de chegar às fases da elevação espiritual onde as dores não mais nos atinjam, onde as acusações não mais cheguem até nós, é que sofremos. Daí, a bondade de Deus nos ter dado, como meta por atingir, o amor.



É interessante notar que Jesus, o Grande Mestre da divulgação da Lei do Amor, além de demonstrar seu amor por todos nós, não nos disse que nossa maior conquista, ou seja, aquela que nos traria o equilíbrio seria, por exemplo, o conhecimento; nem mesmo disse-nos assim: "Trabalhe a vontade e vocês atingirão a felicidade!" Não, Jesus disse-nos, claramente, que somente o amor seria capaz de trazer o equilíbrio e a felicidade para os homens. Porque o amor protege, encouraça a criatura contra o assédio da ignorância, do mal, da maledicência... O amor faz com que o ser se coloque tão alto, do ponto de vista espiritual, que nada o atinge, nenhum mal lhe chega. O amor faz com que tenhamos um sentimento de compreensão; sentimento esse que quanto mais se amplia, mais demonstra que o sentimento do amor também esta crescendo em nós.

Por isso, meus irmãos, queremos lembrar: Desenvolvam, na medida do possível, na quantidade possível, o sentimento do amor. Se não puderem desenvolvê-lo em grandes quantidades, façam-no em pequenas doses. Procurem colocar dentro de seus corações os que sofrem; principalmente a esses, procurem dar amor, para que haja renovação nos vossos espíritos.(...)

Graças a Deus, Senhor!

Muita paz!

Antônio de Aquino

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