segunda-feira, 9 de abril de 2018

Mediunidade e Alienação Mental

Mediunidade e Alienação Mental
Mediunidade e Alienação Mental
Quantos não se resignam com as verdades que a Doutrina Espírita veio descerrar à mente humana, há mais de um século, dizem, inconscientemente, que a mediunidade gera a loucura.

E multiplicam teorias complicadas que lhes justifiquem o modo de pensar, observando-a simplesmente como “estado mórbido”, dando a ideia de especialistas que apenas examinassem os problemas do homem natural através do homem doente.

Considerando-se a mediunidade como percepção peculiar à estrutura psíquica de cada um de nós, encontrá-la-emos, nos mais diversos graus, em todas as criaturas.

À vista disso, podemos situá-la facilmente no campo da personalidade, entre os demais sentidos de que se serve o Espírito a fim de expressar-se e evolver para a vida superior.

Não ignoramos, porém, que os sentidos transviados conduzem fatalmente à deturpação e ao desvario.

sábado, 7 de abril de 2018

Onde estão eles?

Onde estão eles?
Onde estão eles?
O movimento de contradita aos fenômenos mediúnícos de Hydesville, que precederam o lançamento da Doutrina Espírita, através da França, começou nos Estados Unidos, por intermédio de púlpitos e jornais, que se precipitaram, furiosos, contra a ideia da sobrevivência. Entretanto, uma das primeiras refutações organizadas de que se tem notícia partiu de três autoridades da Universidade de Búfalo, na América do Norte, em 1851, que publicaram curioso trabalho, no qual pretendiam demonstrar que os ruídos, em presença das irmãs Fox, eram motivados por estalos das articulações dos joelhos.

Nada conseguiram. Os “raps” e as mesas girantes espalharamse pelo mundo.

Em plena atoarda de prós e contras, erros e acertos, Allan Kardec editou “O Livro dos Espíritos”, em 1857, levantando as bases da Doutrina Espírita, devidamente codificada.

quinta-feira, 5 de abril de 2018

O Pensamento de Léon Denis

O Pensamento de Léon Denis
O Pensamento de Léon Denis
O Espiritismo (...) facilita aos homens a compreensão e a prática da moral do Cristo. (Allan Kardec. O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XVII, item 4.)

A montanha é meu templo! Ali, sentimo-nos longe das vulgaridades desse mundo, mais perto do céu, mais perto de Deus! (Léon Denis. O Grande Enigma, cap. XIII.)


Tudo na vida é sagrado.

No ir e vir da vida, que a reencarnação propicia, temos um caminho a ser percorrido pelo espírito imortal, que amealha para si as experiências eternas que sobrevivem à morte do corpo físico.

O pensamento, que se exterioriza, percorre, no instante da morte, as experiências vivenciadas. Adentrando o campo espiritual, a mente inicia uma nova fase da sua vida. Tudo o que experimentou, todas as lembranças, todos os sentimentos pelo espírito vividos permanecem com ele, traduzindo a sua personalidade, agora, sem a matéria que lhe enceguecia a visão de espírito. O pensamento reflete no corpo espiritual, que exteriorizará sua natureza íntima.

terça-feira, 3 de abril de 2018

Você e a Reencarnação

Você e a Reencarnação
Você e a Reencarnação
A reencarnação é o retorno da alma à Terra, repetidas vezes, no corpo humano. Somente essa doutrina explica as aparentes injustiças da vida. É a verdade eterna.

Na sucessão dos nascimentos, o homem adquire experiência e conhecimento acerca de si mesmo e do seu destino. Pela reencarnação aprende-se que “o homem colhe aquilo que semeia”.

Toda vida é eterna. A lei da justiça é infalível.

Não há um pensamento, uma palavra ou uma ação que não tenha o seu eco. Para possuir, dê. Você tem de saber disso. O homem cria as causas e a lei cármica ajusta os efeitos. Você tem liberdade de escolher entre o bem e o mal.

Portanto, o melhor esforço está no aperfeiçoamento próprio. É isso que importa, afinal de contas? A instrução é o tesouro da alma. Mas que aproveita o homem possuir um tesouro e não usá-lo em boas ações?

domingo, 1 de abril de 2018

Persiste e Espera

Persiste e Espera
Persiste e Espera
“Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça.” — Hebreus, 12, 5:11.


Evidentemente, toda disciplina é penosa e constrangedora, todavia, para que se lhe ressalte a importância, basta que se observem as consequências da indisciplina na vida de quem vive de forma leviana e irresponsável.

Afirma o apóstolo que os efeitos benéficos da disciplina, muitas vezes, não se fazem sentir de imediato: “ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados...”

A constância em qualquer atividade a que o homem se entregue, mormente àquelas que digam respeito ao espírito, é fator determinante do êxito.

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