sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

A Vinda de Jesus

A Vinda de Jesus
“Eu sou o grande médico das almas, e venho trazer o remédio que deve curar-vos.” (Allan Kardec, O Evangelho Segundo o Espiritismo. Cap. 6, it. 7, CELD.)



Nossos olhos se voltam para a Belém distante onde Jesus nasceu.

Nossos ouvidos ouvem as canções que os anjos cantaram quando ele retornara.

Sentimos no ar a fragrância das vibrações sublimes vindas do céu.

Jesus nasceu! Jesus nasceu!

Cantam todos os anjos. Suspiram todos aqueles que vibram nas faixas da assistência ao homem terreno.

Doutores, sábios, mestres, professores, rejubilam-se, porque, afinal, encontrarão a equação perfeita entre o que ensinam e entre os seus tutelados, os homens terrenos.

Jesus nasceu! Não, mas apenas a sabedoria dele, a sabedoria com amor, deste Mestre, deste Senhor.

Médicos de então, homens dedicados à cura de corpos físicos, orientadores das almas, volvem o seu olhar à Terra e agradecem ao céu. Jesus nasceu!

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Jesus, o Trabalhador Incansável

Jesus, o Trabalhador Incansável
Jesus, o Trabalhador Incansável
“Trabalhadores, arai o vosso campo, recomeçai no dia seguinte a rude jornada da véspera.” (Allan Kardec, O Evangelho Segundo o Espiritismo. Cap. 6, it. 6, CELD.)



Ao início das nossas homenagens a Jesus, por ocasião deste ano, lembremo-nos de que ele, o Mestre de todos nós, afigura-se-nos como se fosse o trabalhador incansável.

Determinado, jamais deixou de cumprir com os seus deveres na seara a que foi chamado. Como curador nunca deixou de operar as curas milagrosas, verdadeiramente podemos classificá-las assim, e, também, jamais deixou de socorrer aos obsidiados comuns, promovendo o saneamento da sociedade espiritual de sua época e renovando as concepções de vida das pessoas que conviveram com ele.

Para muitos, Jesus era o Messias, para outros apenas era o homem que contrariava a lei. Segundo a nossa observação era o trabalhador incansável.

Analisando sua vida e seu trabalho, e observando-nos todos os que lhes seguimos as orientações, medimos a distância que existe entre a sua determinação em seguir sempre à frente e a nossa, quando deixamos de operar no bem, pretextando as mais variadas desculpas, parecendo-nos que somos mestres no desculpismo, em vez de sermos mestres no trabalho.

Se ele se nos apresenta como aquele ser desejoso de trabalhar, não estará com isso dando-nos um exemplo? Não, estará mostrando a cada um de nós o quanto precisamos, também, desenvolver nos nossos sentimentos forças de aprendizado sim, mas força de trabalho também. Porque o espírita de hoje procura saber muito, conhecer bastante, estimular as ideias, renovar conceitos, mas está esquecido de uma força interna, que pertence a cada individualidade e que precisa ser constantemente relembrada, a força do trabalho. 

Trabalhar não é apenas levantar pesos ou carregar nas costas alguma coisa, mas é, principalmente, um estado de ânimo próprio dos que não esmorecem, dos que encontram tempo para realizar o que precisam realizar, é o estado de espírito próprio daqueles que devem seguir sempre à frente, estimulando aos mais retardatários na caminhada. 

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Estejamos contentes

Estejamos contentes
Estejamos contentes
“Tendo, porém, sustento e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes.” — Paulo. (I Timóteo, 6:8.)


O monopolizador de trigo não poderá abastecer-se à mesa senão de algumas fatias de pão, para saciar as exigências da sua fome.

O proprietário da fábrica de tecidos não despenderá senão alguns metros de pano para a confecção de um costume, destinado ao próprio uso.

Ninguém deve alimentar-se ou vestir-se pelos padrões da gula e da vaidade, mas sim de conformidade com os princípios que regem a vida em seus fundamentos naturais.

Por que esperas o banquete, a fim de ofereceres algumas migalhas ao companheiro que passa faminto?

Por que reclamas um tesouro de moedas na retaguarda, para seres útil ao necessitado?

A caridade não depende da bolsa. É fonte nascida no coração.

É sempre respeitável o desejo de algo possuir no mealheiro para socorro do próximo ou de si mesmo, nos dias de borrasca e insegurança, entretanto, é deplorável a subordinação da prática do bem ao cofre recheado.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

A Disciplina do Pensamento e a Reforma do Caráter

A Disciplina do Pensamento e a Reforma do Caráter
A Disciplina do Pensamento e a Reforma do Caráter
Somos o que pensamos, se pensamos com força, vontade, persistência. Mas, quase sempre, nossos pensamentos passam constantemente de um assunto a outro. Raramente pensamos por nós mesmos; refletimos os mil pensamentos incoerentes do meio em que vivemos. Poucos homens sabem viver de seu próprio pensamento, haurir nas fontes profundas, neste grande reservatório de inspirações que cada um traz em si, mas que a maioria ignora e, por isso, traz o envoltório povoado de formas disparatadas. Seu espírito é como uma casa aberta a todos os passantes. As luzes do bem e as sombras do mal ali se confundem em um perpétuo caos. É o incessante combate entre a paixão e o dever, do qual, quase sempre, a paixão sai vencedora. Antes de tudo, é necessário aprender a controlar nossos pensamentos, a discipliná-los, a imprimir-lhes uma direção precisa, um objetivo nobre e digno.

O controle dos pensamentos leva ao controle dos atos, pois, se uns são bons, os outros o serão, igualmente, e toda a nossa conduta será regulada por um encadeamento harmônico. Ao passo que, se nossos atos são bons e nossos pensamentos são maus, aí só pode haver uma falsa aparência do bem, e continuaremos a carregar em nós um foco malfazejo, cujas influências espalhar-se-ão, cedo ou tarde, em nossa vida.

Espiritismo

Cairbar: — Graças a Deus, meus irmãos! Jesus Cristo permaneça junto a todos, iluminando os corações que se dedicam à grandiosa e nobre tarefa da difusão doutrinária. Sois quais pequenas formigas que, sem aparentarem fortaleza, são fortes; entretanto, sem criarem grandes obras para serem vistas pelos homens, criam colônias importantes, núcleos de difusão doutrinária. Todos somos pertencentes ao grande círculo de divulgadores do estudo cristão e do estudo espírita. Por isso mesmo, todas as forças destes núcleos de luz os envolvem protegendo-os, animando-os, distribuindo recursos espirituais, tornando possível o falar-se de Espiritismo em todos os quadrantes. E com que objetivo juntamo-nos para este projeto: o de falar de Espiritismo? É porque, além de interessados na Doutrina como um todo, estamos situados no campo de ação da linha
de frente. Por isso, falamos por vários meios, através de vários projetos, falamos, como dizíamos, de Espiritismo para toda a humanidade terrena passível de nos ouvir. Os que aqui estão, trabalhadores desta

Doutrina, ligados a este esforço, devem ter no coração sempre a certeza absoluta de que não estão sós e de que este serviço deve prosperar como uma árvore frondosa que sai da sua semente, inicialmente.

Assim são todos. Aparentemente são poucos e pequenos, entretanto trazem dentro de si a força de uma semente de árvore poderosa que é o Evangelho e a Doutrina Espírita. Que Deus a todos ajude, abençoe, ilumine, conduza e proteja, agora e sempre! Graças a Deus! Há alguma dúvida a falar?

E: — Temos enfrentado diversos obstáculos que, por mais que nós saibamos do apoio espiritual, por que eles, às vezes, se dão tão constantemente, tão continuamente? Como fazer para enfrentá-los com segurança, mesmo?

Cairbar: — Os obstáculos fazem parte da vida terrena. Ninguém nada constrói na Terra sem estes obstáculos. Eles representam o que existe de inferior ainda no homem. E quando falo inferior não digo somente falta de amor, digo também falta de conhecimento, porque falta de conhecimento também é uma inferioridade.

A Terra tem mais seres inferiores do que elevados, moderados, equilibrados.(...)




Autor: Cairbar Schutel
Do livro: Cairbar Responde.

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