terça-feira, 22 de maio de 2018

O Homem de Bem


O Homem de Bem

O verdadeiro homem de bem é aquele que pratica a lei de justiça, de amor e caridade, na sua maior pureza. Se interroga a sua consciência sobre os próprios atos, pergunta se não violou essa lei, se não cometeu o mal, se fez todo o bem que podia, se não deixou escapar voluntariamente uma ocasião de ser útil, se ninguém tem do que se queixar dele, enfim, se fez aos outros aquilo que queria que os outros fizessem por ele.

Tem fé em Deus, na sua bondade, na sua justiça e na sua sabedoria; sabe que nada acontece sem a sua permissão, e submete-se em todas as coisas à sua vontade.


Vivemos tempo confusos na valorização e evolução da moralidade, os espaços das mídias sociais tornaram-se palco de discussões vazias e algumas permeadas por sentimentos contraditórios, sem aprofundamento de conteúdo num grande arrastamento, no qual o certo e o errado confundem-se, diante de argumentos pseudo intelectualizado não auxiliando aqueles que procuram o bom caminho.

Quando a espiritualidade maior, na codificação trazida por Allan Kardec  oferece a humanidade esse profundo texto contido no livro “ o Evangelho Segundo o Espiritismo,  no capítulo 17 -  Item 03, intitulado “ O Homem de Bem”,  não listou-se ali, apenas as atitudes que cada ser humano precisa adotar para si, porém propõem que todos reflitamos acerca  das relações  que estabelecemos uns com os outros, e, principalmente, se estamos praticando a máxima do  cristo: “Amai-vos uns aos outros”.  Nesse processo de auto observação,  abre-se   belíssima oportunidade de crescimento afetivo e moral do espírito.

Quando reencarnamos, estamos refazendo um caminho percorrido, tantas e tantas vezes, até que saiamos do automatismo das ações, para atitudes que transmitam o nosso real pensamento, ou seja, por havermos renascido em épocas distintas de leis e costumes, a memória ainda guarda ou está impregnada dos valores de outros tempos, de outras culturas, principalmente se o que foi sentido teve impacto emocional bastante significativo ( de dor ou alegria, de autoridade ou submissão, etc.)  na vida do espírito. Uma das grandes benfeitoras da humanidade, Joanna de Angelis, no livro Plenitude afirma que “A vida são os acontecimentos de cada instante a se encadearem incessantemente. E cada ser vive com a consciência que estrutura” , assim sendo, podemos compreender que para sermos pessoas com virtudes conquistadas, temos que primeiro educar o sentimento que habita o nosso íntimo, pois a virtude somente existe a partir do conhecimento da lei do amor,  e o conhecimento surge com a busca  e o amadurecimento de cada um, afinal o homem vê a lei segundo seu aprendizado, de acordo com  Léon Denis no livro “ O Problema do Ser e do Destino”.

Tenhamos força e felicidade no silêncio do dia, ou no aconchego da noite, de indagarmos: Minhas ações estão de comum acordo com meu pensamento? Os sentimentos que nutro, alimentam ou envenenam minha alma ? O que esta impedindo a minha vontade de mudar?
O tempo na terra promove conquistas na elevação espiritual, então aceitemos o convite do mestre Jesus que ecoa em nossos corações por tanto tempo:  sejamos luz! Sejamos todos PESSOAS DO BEM.´



Autora: Dirce Oliveira

Referências:

terça-feira, 15 de maio de 2018

Função Mediúnica

Função Mediúnica
Função Mediúnica
Mediunidade é igual ao trabalho: acessível a todos.

Entretanto, qual ocorre ao trabalho, é forçoso que o servidor dela seja leal ao próprio dever, para que a obra alcance os fins em vista.

O mais humilde dos utensílios tem qualidades polimórficas.

Qualquer médium também é suscetível de ser mobilizado, na produção de fenômenos múltiplos, favorecendo pesquisas e observações, com algum proveito, mas se quisermos rendimento medianímico, seguro e incessante, na composição doutrinária do Espiritismo, cada tarefeiro da mediunidade, embora pronto a colaborar, seja onde for, no levantamento do bem, é convidado logicamente a consagrar-se à própria função, conquanto possua faculdades diversas, amando-a, estudando-a, desenvolvendo-a e praticando-a, no serviço ao próximo, que será sempre serviço a nós mesmos.

domingo, 13 de maio de 2018

Deus e a Razão de Viver

Deus e a Razão de Viver
Deus e a Razão de Viver
Pela graça infinita de Deus, paz! 

Balthazar, pela graça de Deus. 

Conversarmos sobre Deus é o mesmo que meditarmos com bastante profundidade acerca da razão de viver. 

Sendo Pai, Deus não trará para os seus filhos senão o que os mesmos possam suportar. Ao mesmo tempo em que como Pai não trará nada que signifique injustiça ou desarmonia diante da ordem natural das coisas. 

Assim, quando pensarmos em espírito imortal, quando pensarmos nas chamadas penalidades aplicadas àqueles que erram, que fazem errar, ou mesmo àqueles que deliberadamente deixam de progredir ou de ajudar o semelhante, deveremos pensar que Deus, o Pai, corrigirá todas essas situações e melhorará todas essas pessoas, na medida da sua bondade e na medida que seu amor oferece. 

sábado, 12 de maio de 2018

Deus tem um sentido na sua vida?

Deus tem um sentido na sua vida?
Deus tem um sentido na sua vida?
Brincando de Deus...

Um grupo de cientistas estava decidindo qual deles iria encontrar com Deus e dizer que eles não precisavam mais dele. Finalmente um dos cientistas apresentou-se como voluntário e foi dizer a Deus que Ele não era mais necessário...

Assim, ao encontrar Deus, o cientista diz a ele:

- Deus, sabe como é, um punhado de nós tem estado pensando neste assunto e eu vim dizer que, o Senhor não é mais necessário.

Quero dizer, nós temos elaborado grandes teorias e ideias, nós clonamos uma ovelha e logo, logo, iremos clonar humanos.

Como o Senhor pode ver, nós realmente não precisamos do Senhor. Deus balança a cabeça, compreensivamente e diz:

- Bom, sem ressentimentos. Mas, antes, vamos fazer um concurso. O que você acha?

O cientista diz: - Para mim, tudo bem. Que tipo de concurso?

- Um concurso de fazer homem!! - Deus responde.

- Legal! Sem problemas! - Exclama o cientista. Ele rapidamente se adianta pegando um punhado de barro e diz:

- Vamos lá, estou pronto!

E Deus diz:

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Trabalho, Sobriedade, Continência

Trabalho, Sobriedade, Continência
Trabalho, Sobriedade, Continência
A primeira condição para conservar-se a alma livre, sua inteligência sã, sua razão lúcida, é ser sóbrio e casto. Os excessos da mesa perturbam nosso organismo e nossas faculdades; a embriaguez nos faz perder toda dignidade e todo equilíbrio. Seu uso frequente conduz a uma série de doenças, de enfermidades, que nos preparam uma velhice miserável.

Dar ao corpo o que lhe é necessário, a fim de torná-lo um servidor útil e não um tirano: tal é a regra do sábio. Reduzir a soma de suas necessidades materiais, comprimir os sentidos, dominar os apetites vis, é libertar-se do jugo das forças inferiores, é preparar a emancipação do espírito. Ter poucas necessidades é também uma das formas de riqueza.

A sobriedade e a continência caminham juntas. Os prazeres da carne enfraquecem-nos, enervam-nos, desviam-nos do caminho da sabedoria. A volúpia é como um mar onde o homem vê soçobrar todas suas qualidades morais. Desde que a deixamos penetrar em nós, é uma onda que nos invade, nos absorve, e que apaga tudo o que há de luzes, de generosas chamas no nosso ser. Longe de satisfazer-nos, ela apenas atiça nossos desejos. Modesta visitante no início, termina por dominar-nos, por possuir-nos completamente.



Autor: Léon Denis
Do livro: Depois da Morte.

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