quinta-feira, 29 de maio de 2014

Rivalidades

Rivalidades
Rivalidades
“(...) aqueles que estão imbuídos dos verdadeiros princípios desta Doutrina veem irmãos em todos os espíritas e não rivais”. (O Livro dos Médiuns. Cap. XXXI, Segunda Parte, item 22.)
A rivalidade entre os adeptos do Espiritismo é um dos principais fatores de enfraquecimento de suas atividades doutrinárias.

Espíritas rivais entre si são, no mínimo, contraditórios.

Grupos espíritas que se rivalizam estão contrariando os interesses da Doutrina.

Onde não existir união os espíritos superiores não estarão presentes.

A vaidade é uma erva daninha que, sutilmente, se alastra onde o trigo do desinteresse não é cultivado.

A pretexto de estar com a razão, ninguém tem o direito de ofender o outro, porque a razão está sempre com quem se mostra disposto a compreender e a superar as desavenças.

Médium algum deve invejar a tarefa mediúnica de um companheiro de ideal, desvalorizando ele mesmo o trabalho que lhe compete.


Quando a inveja se instala no coração de alguém, é sinal de que esse alguém ainda possui muitas limitações.

Os espíritos infelizes que tramam prejudicar a Doutrina concentram os seus ataques sobre os medianeiros invigilantes, porque o médium invigilante é sempre uma porta escancarada à desestruturação do grupo.

O médium há de ser discreto, falar pouco, servir mais, dar o exemplo de renúncia e amor à Causa.

O campo da Doutrina é imenso; há espaço para todos os que desejam espalhar a boa semente.

A Humanidade encontra-se faminta do pão espiritual!...

O objetivo dos espíritos perturbadores é o de distrair os espíritas no cumprimento do dever; enquanto discutem por querelas, a tarefa se atrasa em suas mãos...

De que vale ao médium engajar-se na luta pela transformação moral do homem, se ele não cogita de modificar-se primeiro?!

Por muito que faça no bem dos semelhantes, se não se preocupar em renovar-se à luz do Evangelho, o medianeiro não estará fazendo o essencial.

Os espíritos benfeitores se compadecem de quantos se entregam ao serviço exterior da construção do reino de Deus, adiando indefinidamente o serviço interior da sublime edificação.

Por mais numerosos sejam os grupos espíritas, todos devem procurar a unidade no Evangelho redivivo.



Autor: Odilon Fernandes
Do Livro: Somos Todos Médiuns

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