terça-feira, 17 de junho de 2014

Estudar sempre

Estudar sempre
Estudar sempre
Se abraçaste na Doutrina Espírita o roteiro da própria renovação, em toda parte és naturalmente chamado a fixar-lhe os ensinos.” – Emmanuel


A maioria dos homens habituou-se a crer que médium só o é aquele que, em mesa específica de trabalhos mediúnicos, psicografa ou fala, ouve ou vê os espíritos, alivia ou cura os enfermos.

O pensamento geral, erroneamente difundido além-fronteiras do Espiritismo, é de que médium somente o é aquele que dá passividade aos desencarnados, oferecendo-lhes a organização medianímica para a transmissão da palavra falada ou escrita.

Em verdade, porém, médiuns somos todos nós que registramos, consciente ou inconscientemente, ideias e sugestões dos espíritos, externando-as, muita vez, como se fossem nossas.

Ao discutirmos tema elevado, em qualquer lugar e hora, somos, algumas vezes, intérpretes de espíritos sérios, que de nós se aproximam atraídos pela seriedade da conversação.


Contrariamente, em momentos de invigilância vocabular,no trato com problemas humanos, atraímos espíritos
desajustados que, sintonizados conosco, nos fazem porta- voz de suas induções.

O aprimoramento moral contribui para que, na condição de médiuns, de receptores da espiritualidade, afinizemos com princípios elevados.

O estudo e a fixação do ensino espírita coloca-nos em condições de mais amplo discernimento da vida, dos homens e dos espíritos.

A Doutrina Espírita possibilita a defesa do médium.

Resguarda-o contra processos obsessivos.

Equilibra-o no dia a dia da existência.

O conhecimento doutrinário beneficia aqueles que, em sessões mediúnicas, operam no intercâmbio, assim como aqueles que, sem se aperceberem, transmitem na conversação inspirações da esfera espiritual.

Estudar sempre dá segurança à caminhada.



Autor: Martins Peralva
Do Livro: Mediunidade e Evolução

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