quarta-feira, 30 de março de 2016

A Mediunidade Gloriosa

A Mediunidade Gloriosa
A Mediunidade Gloriosa
Os homens de gênio, os santos, os profetas, os grandes poetas, sábios, artistas, inventores, todos aqueles que engrandeceram o domínio da alma, são enviados do Céu; são os executores dos desígnios
de Deus no mundo. Toda a „ loso„ a da História aí está! Existe um espetáculo mais belo do que essa corrente medianímica ininterrupta que religa entre si os séculos como as páginas de um grande livro de vida e conduz todos os acontecimentos, mesmo os mais contraditórios, na aparência, ao plano harmonioso de uma majestosa e solene unidade? A existência de cada homem de gênio é como um capítulo vivo dessa bíblia grandiosa.

Primeiramente, aparecem os grandes iniciados do mundo antigo, os pais do pensamento, aqueles que viram o espírito brilhar sobre os cumes ou se revelar nos santuários da iniciação sagrada: Orfeu, Hermes, Krishna, Pitágoras, Zoroastro, Platão, Moisés; os grandes profetas hebreus: Isaías, Ezequiel, Daniel.


Mais tarde, virão João, o Batista; o Cristo e toda a plêiade apostólica, o vidente de Patmos e a explosão medianímica do Pentecostes que vai iluminar o mundo, segundo a palavra de Joel; e ainda Hipatia, a alexandrina e Vêleda, a druidisa.

É no silêncio augusto das ˆ orestas e das montanhas, pelo desligamento das coisas sensíveis, na meditação e na prece, que o profeta, o vidente, o inspirado preparam-se para sua tarefa. O invisível só se revela ao homem solitário e recolhido. Platão recebe suas inspirações no cume do Himeto; Maomé, no monte Hira; Moisés, no Sinai; Jesus comunica-se com o Pai, em lágrimas e em prece, no Monte das Oliveiras.



Autor: Léon Denis
Do livro: No Invisível

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