sexta-feira, 17 de junho de 2016

A Prática do Bem

A Prática do Bem
A Prática do Bem
“Ainda que eu fale todas as línguas dos homens, e mesmo a língua dos anjos, se eu não tiver caridade, sou apenas como o bronze que soa ou o címbalo que retine...” (Allan Kardec, O Evangelho Segundo o Espiritismo, 2.ed. CELD, 2003. Cap. XV, item 6.)

Pela graça infinita de Deus, paz! 

Balthazar, pela graça de Deus.

No campo da caridade, procuremos constantemente fazer o donativo do coração.

Quantas vezes nos esquecemos do sentimento, na hora de doar!

Entre os espíritas, é comum o movimento inicial de convivência com os valores do Evangelho. E nesta convivência, procuramos fazer tudo de modo correto, com a alegria própria de quem dá sem esperar retorno e também procuramos fazer, através do desenvolvimento das próprias forças, o que existe de melhor para aqueles que consideramos como necessitados.

Decorrido algum tempo, envolvemo-nos com múltiplas tarefas e parece que nosso coração se estiola. Depois disso, também é comum fazermos as tarefas com um tanto de automatismo, de modo que começamos a trabalhar sem o carinho, sem o carisma, sem a vontade de servir, exatamente como Jesus não nos ensinou.


É comum, mesmo entre aqueles que perseveram no serviço do Senhor, trabalhar-se sem a consideração devida àquele que nos solicita o benefício.

A que devemos isso? Ao cansaço? À falta contínua de recursos, que nos torna, às vezes, prisioneiros de uma série de comportamentos, para angariarmos novas fontes de renda? Será que nós mesmos não nos deixamos envolver pela ausência de sentimentos? Somos de opinião que a criatura humana precisa continuamente desenvolver os melhores recursos para ajudar o próximo. Nosso sentimento se altera; se transforma às vezes, fica cansado, dorido, também. O que o homem precisa fazer é motivar o próprio sentimento, de modo que a alegria de servir seja contínua, perene.

Quando nós aprendemos a desenvolver os valores, quando, pelo esforço maior, fazemos uma tarefa voltada para servir ao próximo, realmente vamos aprendendo a mergulhar primeiramente na nossa mente, depois no nosso serviço e culminando com a tarefa de ajudar.

Assim, melhorar a mente, aprimorar os serviços e a tarefa de ajudar representam esforços contínuos que nos fazem corrigir a própria maneira de ser, o hábito de ajudar o próximo.

Que Deus nos ajude!

Que Deus nos ensine a caminhar dentro do bem, e que nós, os grandes interessados em acompanhar o progresso dos seres, aprendamos a lição de cada dia, com o esforço para servir de modo melhor e nunca desencontrarmos com aquilo que se chama a prática do bem!

Que essa prática no bem possa sustentar nosso espírito nas tarefas que temos por realizar!

Que Deus nos ajude, a todos nós proteja, ampare e conduza!

Balthazar, pela graça infinita de Deus.

Muita paz, meus irmãos!



Autor: Balthazar
Do livro: Pela Graça Infinita de Deus, vol. 1.

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