terça-feira, 8 de outubro de 2013

A energia criadora do espírito

A energia criadora do Espírito
A energia criadora do Espírito
“Todo ser é impulsionado a criar, na organização, conservação e extensão do Universo!...” (No Mundo Maior, André Luiz, cap 11)


Filho de Deus, Criador, cada ser possui em si mesmo uma fabulosa energia criadora, que o impulsiona ao progresso.


Naturalmente, cada ser se utiliza dessa energia dentro do estágio evolutivo em que se encontra. 

Nos princípios da evolução, o ser utiliza dessa energia para satisfazer as necessidades básicas da espécie: alimentação, procriação, ataque e defesa.

Na medida em que evolui e ocorre o desenvolvimento da inteligência e do sentimento, abrem-se novos canais para a manifestação dessa energia.

O cientista, o pintor, o músico estão usando essa mesma energia, nos caminhos superiores da vida.

Assim, a educação não deve ser entendida como um simples processo de construção de um conhecimento acumulado pelas gerações anteriores, mas um processo de transformação e crescimento, e que vai além do conhecimento acumulado. 


É preciso, pois, educar para a mudança onde a educação é o próprio motor dessa mudança.

A essência desta mudança está no processo criativo do Espírito, na fabulosa energia criativa que cada Espírito possui em si mesmo, filho do Criador que somos todos nós.

A nova educação deve pois buscar ativar a força criadora do Espírito, a maior força que existe no ser – força ativadora da vontade, energia anímica, volitiva, força de impulsão e, ao mesmo tempo, de atração, pois além de impulsionar para a frente e para cima, atraia os que seguem à retaguarda no mesmo impulso de progresso e mudança crescente no sentido progressivo.

Nas bases da nova Educação do Espírito deve estar o apelo constante ao desabrochar dessa força extraordinária. E o processo de ativar essa força está, em princípio, na criatividade.

Criar, ir além do que os outros já foram, avançar além do que existe, rumo aos caminhos superiores elevados do Espírito, rumo à perfeição.

A nova educação deve, pois, oferecer oportunidade para a criança criar, não apenas desafios para ela reconstruir o real, o que existe, mas ir além, criar. 

Todo o processo de educação do Espírito, e por conseguinte, o processo de evangelização do Espírito visto como o desenvolvimento das potências da alma, deve ser um constante apelo para ativar a força criadora do Espírito, que terá, nos próximos séculos, como em nenhuma outra época da história humana, a tarefa de promover grand

es transformações em todas as áreas do pensamento humano.



Autor: Walter Oliveira Alves.
Do livro: Pratica Pedagógica na Evangelização

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