terça-feira, 19 de janeiro de 2016

A Doutrina Espírita e a Comunicação Segura

A Doutrina Espírita e a Comunicação Segura
A Doutrina Espírita e a Comunicação Segura
“Que cada um examine as diversas circunstâncias felizes ou infelizes de sua vida e verá que, em várias ocasiões, recebeu conselhos, que nem sempre aproveitou...” (Allan Kardec, O Livro dos Espíritos, 1.ed. CELD. Questão 524, comentário.)

Prezados irmãos, a Ciência se esmera em discutir os meios de comunicação entre os homens: máquinas, instrumentos os mais variados possíveis constituem todo um arcabouço para que a humanidade se comunique entre si. Por outro lado, fazem-se pesquisas em torno dos chamados sensitivos, criaturas capazes de orientar seus pensamentos na busca de outros pensamentos, mas, com isso, os homens, extasiados apenas, afirmam que as comunicações existem.

A Doutrina Espírita, falando diretamente dos espíritos, mostra que tais comunicações são possíveis e, ainda mais, orienta-as para o terreno do bem, único lugar seguro onde elas devem realmente ser experimentadas.

Hoje, observamos que a mediunidade, difundindo-se por todos os seres da Terra, amplia-se de modo crescente e, por isso, os espíritos se comunicam com mais clareza e objetividade. Para muitos, tais comunicações são apenas manifestações de ideias, pensamentos e sentimentos; para outros, as comunicações apenas exercitam o mal; para alguns, apenas traduzem galhofa, e para outros, ainda, apenas
ensinam o distúrbio.


Com a Doutrina Espírita, as manifestações superiores são as escolhidas e as esperadas. A Doutrina Espírita
ensina a cada um como conduzir a ideia, como conduzir o pensamento e como conduzir-se para ser um bom médium, ou seja, um bom receptor de tais ideias, excluindo tudo aquilo que não for útil, excluindo tudo aquilo que não for bom, excluindo tudo aquilo que não se aproveite.

A Doutrina Espírita ensina, aos chamados sensitivos, que devem ter cuidado com o que ouvem, com o que pensam, com aquilo que transmitem. Para muitos médiuns, essa capacidade de percepção se torna motivo de angústia, porque alguns são perseguidos por estarem no trabalho correto e agirem de modo claro no bem e para o bem.

É preciso que todos se fortaleçam, se instruam, se orientem, e nunca deixem de pensar em Jesus, o Grande
Mestre, que há de nos ensinar a caminhar, nesse perigoso terreno, com segurança e com paz.

Que Deus nos ajude, nos abençoe e conduza sempre!

Paz, muita paz!



Autor: Hermann
Do livro: Palavras do Coração, vol. 3.

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