domingo, 29 de dezembro de 2013

O Senhor da Vida

O Senhor da Vida
O Senhor da Vida
“Jesus foi a encarnação dessas virtudes que a antiguidade materialista desprezava. Ele veio no momento em que a sociedade romana naufragava nos desmandos da corrupção; Ele veio fazer brilhar, no meio da Humanidade oprimida, os triunfos do sacrifício e da renúncia à sensualidade. (O Evangelho Segundo o Espiritismo. Cap. IX, item 8.)



Eis que o Senhor Jesus se apresenta para todos nós como o Mestre do amparo, do conforto espiritual, do equilíbrio!

Normalmente, quando pensamos em Jesus, identificamos os sentimentos da pacificação e do amor, parecendo ser o Mestre pessoa diáfana e capaz de agir de maneira enérgica, ou mesmo aquele homem curador que somente via necessitados à sua volta. Entretanto, o Senhor foi muito mais que isso, e seu trabalho educativo sobreviveu tanto quanto as suas práticas generosas, características da sua bondade.

Seus ensinamentos permaneceram educando, orientando, mostrando a milhões de almas o caminho a ser seguido. Sua determinação foi e continua sendo tão grande, que ele prometeu trazer-nos alguma forma de orientação nova, que veio a ser, justamente, a Doutrina Espírita.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Encontro de Natal

Encontro de Natal
Encontro de Natal
Percebes que o céu te chama a partilhar os júbilos da exaltação do Senhor nas sombras do mundo.


Entretanto, misturada ao regozijo que te acalenta a esperança, carregas a névoa sutil de recôndita angústia, como se trouxesses no peito um canteiro de rosas orvalhado de lágrimas!...

É que retratas no espelho da própria emoção o infortúnio de tantos outros companheiros que foram inutilmente convidados para a consagração da alegria. Levantaste no lar a árvore da ventura doméstica, de cujos galhos pendem os frutos do carinho perfeito, entretanto, não longe, cambaleiam seguidores de Jesus, suspirando por leve proteção que os resguarde contra o frio da noite; banqueteias-te, sob guirlandas festivas, mas, a poucos passos da própria casa, mães e crianças desprotegidas, aguardando o socorro de

domingo, 22 de dezembro de 2013

O amor de Jesus

O amor de Jesus
O amor de Jesus
“Tudo é fácil, àquele que crê e que ama; o amor o preenche de uma alegria inexprimível.” (O Evangelho Segundo o Espiritismo. Cap. I, item 10.)


Jesus é o Mestre do amor, do equilíbrio, da serenidade, e ao mesmo tempo da compaixão, valores esses que, associados, produzem o amor.

O amor que Jesus nos dispensa torna-nos capazes de prosseguir adiante, quando temos problemas por enfrentar, por sabermos que ele conduz a Humanidade toda, qual um enorme rebanho conduzido por seu pastor.

Compreensivo, ajuda-nos nos momentos de inquietações. Amoroso, ensina-nos, carinhosamente, sempre. Mestre, é capaz de sustentar-nos o ensino, a despeito de todas as dificuldades de assimilação. Condutor dos nossos destinos, prepara-nos sempre novas reencarnações ou novas oportunidades de aprendermos, com vistas ao nosso progresso. Tudo isso para prover o homem de um elemento tantas vezes renegado pela falta de compreensão.

Jesus nos ajuda, para promover nossa elevação e, consequentemente, nossa felicidade. Quantas vezes, brigamos, altercamos, defendemos pontos de vista que nem sempre são justos, por nos faltar a visão crística do assunto! Lutamos em nome da verdade, mas nem sempre a nossa verdade está do lado do Cristo. Por isso mesmo, cada um de nós deve ter O Evangelho Segundo o Espiritismo como seu livro de cabeceira; cada um de nós deve lutar pela emancipação de sua alma, estudar, pensar, definir sua vida em nome do amor cristão.

domingo, 15 de dezembro de 2013

Jesus, parâmetro de renovação

Jesus, parâmetro de renovação
Jesus, parâmetro de renovação
“A situação material e moral da Humanidade terrestre nada tem de espantoso, se levarmos em consideração o destino da Terra e a natureza daqueles que a habitam.” (O Evangelho Segundo o Espiritismo. Cap. III, item 6.)


Diz-se que a Terra, planeta em que se vive, é o resultado do homem que a habita. Do nosso mundo terreno, a maioria dos homens são sofredores, inquietos, desarmonizados, sem pacificação; por isso, como resultado imediato, temos guerras, tufões, desacertos sociais, inquietações humanas as mais diversas.

Quando o homem aprender a amar, ele equilibrará todas as forças que são próprias do planeta. Harmonizando-se essas forças, veremos aqui o lugar de equilíbrio e paz que almejamos.

Os renascidos, ao encontrar o planeta pacificado, serão também seres pacíficos. Os que desejarem criar clima de guerra, ao contato das forças de equilíbrio, se tornarão menos belicosos e não haverá a guerra. Enfim, teremos a paz porque seremos pacíficos.

Mas vejamos um aspecto interessante da Terra, de que normalmente o homem não se apercebe: a vinda de Jesus. O Mestre encontrou o planeta envolvido na forma material dos homens, em sua maioria voltados para a desarmonia e o desequilíbrio. A guerra era a condição natural de convivência entre os seres. Os homens desrespeitavam integralmente aos homens; os filhos eram verdadeiros escravos do pai; as mulheres não eram tidas em nenhuma consideração, de um ponto de vista geral.

sábado, 7 de dezembro de 2013

A realeza de Jesus

A realeza de Jesus
A realeza de Jesus
“Qual é, meus amigos, esse bálsamo poderoso, que possui tanta virtude, esse bálsamo que se aplica sobre todas as chagas do coração e consegue curá-las? É o amor, é a caridade! Se tiverdes esse fogo divino, o que podereis temer?” (O Evangelho Segundo o Espiritismo. Cap. VIII, item 19.)


No âmbito do estudo de hoje, como se falou acerca da realeza de Jesus, lembramo-nos de que esta realeza trouxe para nós uma responsabilidade que não deve ser esquecida por ninguém, sob pena de não haver um perfeito entendimento da sua doutrina.

Foi-nos lembrado que há uma realeza moral; foi também recordado que o homem precisa conduzir seus pensamentos de acordo com essa realeza. Se, entretanto, em nós intimamente não houver um sentimento de respeito àquele que nos fala, àquele que nos ensina, o sentido dado à realeza moral se perderá. É preciso que aprendamos, intimamente, a respeitar valores, a compreender que há criaturas que possuem um certo conhecimento acima do nosso e que, por isso mesmo, devemos ouvi-las com respeito, atenção, compreensão e valorização de tudo aquilo que essas pessoas têm para nos dizer.

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